A medicina de precisão substitui protocolos únicos por decisões calibradas para cada pessoa. Ela integra genômica, metabolômica, biomecânica e comportamento em modelos capazes de antecipar risco e orientar intervenção.
O que é
Ao invés de tratar “o paciente médio”, a medicina de precisão parte de dados individuais para tomar decisões clínicas. Isso exige integrar múltiplas dimensões: perfil genético, estado metabólico atual, contexto biomecânico, histórico de comportamento e resposta terapêutica prévia.
Meu trabalho posiciona-se na convergência dessas dimensões — desenvolvendo sistemas que apoiam o clínico sem substituí-lo.
Aplicações
- Estratificação de risco em populações com fatores clínicos complexos.
- Escolha terapêutica orientada por perfil biológico individual.
- Monitoramento longitudinal de resposta a intervenções.
- Ferramentas clínicas que traduzem dados complexos em decisões acionáveis.
Colaborações
Parcerias com hospitais universitários, centros de pesquisa clínica e desenvolvedores de tecnologia em saúde.
